A Era dos Direitos: Kant e A Revolução Francesa

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Duas interpretações opostas dominaram no século passado: a interpretação triunfal hegeliana, segundo a qual a história é a realização progressiva da ideia de liberdade; e a interpretação nietzschiana, segundo a qual a humanidade se dirige para a era do niilismo. O mundo dos homens dirige-se para a paz universal, como KANT havia previsto, ou para a guerra exterminadora? Continue reading

A Era dos Direitos: A Herança da Grande Revolução

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Com a REVOLUÇÃO FRANCESA, entrou na imaginação dos homens a ideia de um evento político que assinala o fim de uma época e o princípio de outra. Duas datas podem ser elevadas a símbolos desses dois momentos: 4 de agosto de 1789, quando a renúncia dos Continue reading

A Era dos Direitos: A Revolução Francesa e os Direitos do Homem

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A DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DO HOMEM E DO CIDADÃO foi aprovada pela Assembleia Nacional, em 26 de agosto de 1789, que decidiu que uma declaração dos direitos devia preceder a Constituição. De 20 a 26 de agosto, o texto pré-selecionado pela Assembleia foi discutido e aprovado. Continue reading

A Era dos Direitos: Direitos do Homem e Sociedade

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Num discurso geral sobre os direitos do homem, deve-se ter em mente que teoria e prática percorrem duas estradas diversas e a velocidades muito desiguais. Nestes últimos anos, falou-se de direitos do homem muito mais do que se conseguiu fazer para transformar aspirações (nobres, mas vagas), exigências (justas, mas débeis), em direitos propriamente ditos. Continue reading

A Era dos Direitos: A Era dos Direitos

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Não faz muito tempo, um entrevistador perguntou-me se, em meio a tantas causas de infelicidade, eu via algum sinal positivo. Respondi que sim: a crescente importância atribuída ao problema do reconhecimento dos direitos do homem. O problema não nasceu hoje. Mas somente depois da Segunda Guerra Mundial é que passou da esfera nacional para a internacional, envolvendo — pela primeira vez na história — todos os povos.
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