Os Clássicos da Política 2: Burke: a Continuidade Contra a Ruptura

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Pensador e político inglês do século XVIII, Edmund Burke é considerado o fundador do conservadorismo moderno. Tal atributo lhe foi imputado mais em virtude de suas formulações teóricas, nascidas de seu ataque ferrenho aos revolucionários franceses e seus defensores na Inglaterra, do que em função de sua carreira como parlamentar Whig (grupo partidário liberal). Continue reading

Os Clássicos da Política 1 – O Federalista: Remédios Republicanos Para Males Republicanos

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Em 1787 reuniu-se em Filadélfia a Convenção Federal que elaborou uma nova Constituição para os Estados Unidos, propondo que esta substituísse os Artigos da Confederação, firmados em 1781, logo após a independência. “O Federalista” é fruto da reunião de uma série de ensaios publicados na imprensa de Nova York em 1788, com o objetivo de contribuir para a ratificação da Constituição Federal pelos Estados. Obra conjunta de três autores, Alexander Hamilton (1755-1804), James Madison (1751-1836) e John Jay (1745-1829), os artigos eram assinados por Publius. Continue reading

Os Clássicos da Política 1 – Rousseau: Da Servidão à Liberdade

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O ingresso de Rousseau na república das letras deu-se com a obtenção do prêmio concedido pela Academia de Dijon, que havia proposto o seguinte tema para dissertação: “O restabelecimento das ciências e das artes teria contribuído para aprimorar os costumes?” Ao responder negativamente a essa questão, Rousseau iria marcar uma posição bem diferente do espírito da época. Continue reading

Os Clássicos da Política 1 – Montesquieu: Sociedade e Poder

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Várias disciplinas atribuem a Montesquieu o caráter de precursor, ora da sociologia, ora do determinismo geográfico, quase sempre como aquele que desenvolveu a teoria dos três poderes, que permanece como uma das condições de funcionamento do Estado de direito. Continue reading

Os Clássicos da Política 1 – John Locke e o Individualismo Liberal

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As Revoluções Inglesas – O século XVII foi marcado pelo antagonismo entre a Coroa e o Parlamento, controlados, respectivamente, pela dinastia Stuart, defensora do absolutismo, e a burguesia ascendente, partidária do liberalismo. A crise envolveu também as lutas entre católicos, anglicanos, prebisterianos e puritanos, e entre os beneficiários dos privilégios e monopólios mercantilistas concedidos pelo Estado e os setores que advogavam a liberdade de comércio e de produção. Continue reading