Projeto Nacional: O Dever da Esperança – Uma Proposta de Empoderamento dos Brasileiros

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CIRO GOMES APRESENTA NESTE LIVRO sua proposta para o Brasil. Nele se combinam qualidades que raramente vemos juntas: inteligência vigorosa, curiosidade intelectual, conhecimento íntimo dos negócios de Estado, audácia e clareza na construção de proposta nacional e coragem para enfrentar os obstáculos que se opõem à sua efetivação. Continue reading

O Capital: Conceito da Mais-Valia Relativa

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A parte da jornada de trabalho que apenas produz um equivalente do valor da força de trabalho pago pelo capital foi até agora por nós considerada uma grandeza constante. Se o tempo de trabalho necessário era constante, a jornada de trabalho total, ao contrário, era variável. Continue reading

O Capital: Taxa e Massa da Mais-Valia

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Da consideração feita até agora sobre a produção da mais-valia resulta que não se pode transformar qualquer soma de dinheiro ou de valor em capital, mas que essa transformação pressupõe certo mínimo de dinheiro ou de valor de troca nas mãos do possuidor individual de dinheiro ou de mercadorias. Continue reading

História Geral da África, I: As Fontes Escritas Anteriores Ao Século XV

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Problemas gerais

Não existe até o momento, nenhum estudo do conjunto das fontes escritas da história da África. Os raros estudos realizados têm sido associados a campos específicos da pesquisa científica. Assim, o Egito faraônico é domínio do egiptólogo, o Egito ptolomaico e romano, do classicista, o Egito muçulmano do islamista: três períodos, três especialidades, das quais apenas uma se origina do que é especificamente egípcio. O domínio da África negra, também variado, abrange diferentes línguas e especialidades. O historiador da África negra, ao examinar um documento escrito em árabe, não o faz da mesma maneira que o historiador do Magreb, ou que o historiador do Islã em geral. Continue reading

História Geral da África, I: Fontes e Técnicas Específicas da História da África – Panorama Geral

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As regras gerais da crítica histórica, que fazem da história uma técnica do documento, e o espírito histórico, que pede o estudo da sociedade humana em sua caminhada através dos tempos, são aquisições fundamentais utilizáveis por todos os historiadores, em qualquer país. O esquecimento desse postulado manteve durante muito tempo os povos africanos fora do campo dos historiadores ocidentais, para quem a Europa era, em si mesma, toda a história. Na realidade, o que estava subjacente era a crença persistente na inexistência de uma história na África, dada a ausência de textos e de uma arqueologia monumental. Continue reading