Uma Breve História do Brasil – Mobilidade e Diversificação

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Resumo de Mobilidade e Diversificação, capítulo de Uma Breve História do Brasil de Mary Del Priore e Renato Venâncio. Boa leitura!

A Colônia se diversificara. As formas de ocupação que haviam garantido a presença portuguesa entre os séculos XVI e XVII, ou seja, o latifúndio e a monocultura, passaram a conviver crescentemente com outras atividades econômicas, como a a mineração de ouro e diamantes no século XVIII. Continue reading

Uma Breve História do Brasil – Fronteiras Coloniais

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Resumo de Fronteiras Coloniais, capítulo de Uma Breve História do Brasil de Mary Del Priore e Renato Venâncio. Boa leitura!

As fronteiras brasileiras devem muito mais à coragem e ao sofrimento de desbravadores do que a decisões de gabinete. A aventura começa com Pedro Teixeira, Continue reading

Uma Breve História do Brasil: Motins e Rebeliões na Colônia

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Resumo de Motins e Rebeliões na Colônia, capítulo de Uma Breve História do Brasil de Mary Del Priore e Renato Venâncio. Boa leitura!

Muito já se disse que a história do Brasil foi escrita sem sangue e sem lágrimas. Errado. O Brasil Colônia foi atravessado por episódios de descontentamento e revolta. Tais manifestações tinham dois focos de origem: um “externo” e outro “interno”.

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Uma Breve História do Brasil – Quilombos e Quilombas

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Resumo de Quilombos e Quilombas, capítulo de Uma Breve História do Brasil de Mary Del Priore e Renato Venâncio. Boa leitura!

Ao percorrer o Brasil, o leitor encontrará localidades chamadas Quilombo, Quilombinho ou Quilombola. Trata-se de comunidades originalmente constituídas por negros fugidos, instaladas, hoje, nas áreas onde houve luta e resistência contra a escravidão. Continue reading

Uma Breve História do Brasil: Engenhos, Escravos e Guerras

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Resumo de Engenhos, Escravos e Guerras, capítulo de Uma Breve História do Brasil de Mary Del Priore e Renato Venâncio. Boa leitura!

O plantio e o trato da cana-de-açúcar significavam a possibilidade de participar ativamente na estrutura de poder colonial. Mas apesar da aparência em contrário, mesmo os fazendeiros ricos alimentavam-se mal, comendo em excesso dura carne-seca. Só uma vez ou outra degustavam frutos ou legumes. A falta de boa comida era compensada pelos doces: goiabadas, marmeladas, doces de caju e mel de engenho e cocadas. O senhor de engenho sofria com doenças do estômago, atribuídas pelos doutores da época não à precária alimentação, mas aos “maus ares” do trópico. Continue reading