Brasil: Uma Biografia – Tão Doce Como Amarga: A Civilização do Açúcar

COMPARTILHE:
Share

Resumo de Tão Doce Como Amarga: A Civilização do Açúcar, capítulo de Brasil: Uma Biografia, obra de Lilia Schwarcz e Heloisa Starling. Boa leitura!

UMA CIVILIZAÇÃO DO AÇÚCAR

É a partir de 1650 que o açúcar, em especial aquele feito de cana, converte-se de um luxo raro num produto corriqueiro e basicamente obrigatório. Até então, Portugal limitava-se a comercializar os produtos encontrados em suas possessões. Agora, era preciso transformar a empresa colonial num sistema produtivo de fluxo constante, tendo por base produtos diretamente dirigidos para o mercado europeu. Assim, a escolha da monocultura do açúcar veio bem a calhar. Portugal possuía experiência e conhecimento de como comercializar e distribuir o produto. Continue reading

Brasil: Uma Biografia – Primeiro Veio o Nome, Depois Uma Terra Chamada Brasil

COMPARTILHE:
Share

Resumo de Primeiro Veio o Nome, Depois Uma Terra Chamada Brasil, capítulo de Brasil: Uma Biografia, obra de Lilia Schwarcz e Heloisa Starling. Boa leitura!

DAS VICISSITUDES DE UM MUNDO NOVO, NOVO

Difícil imaginar o impacto e o significado da “descoberta de um Novo Mundo”. Novo, porque ausente dos mapas europeus; novo, porque repleto de animais e plantas desconhecidos; novo, porque povoado por homens estranhos, que praticavam a poligamia, andavam nus e tinham por costume fazer a guerra e comer uns aos outros. Continue reading

Brasil: Uma Biografia – Introdução ou “O Brasil Fica Bem Perto Daqui”

COMPARTILHE:
Share

Resumo da Introdução de Brasil: Uma Biografia, obra de Lilia Schwarcz e Heloisa Starling. Boa leitura!

Se muitos são os eventos, contextos políticos e culturais que assinalam os mais de cinco séculos de existência nacional, alguns traços insistem em comparecer na agenda local. Um deles é justamente a nossa difícil e tortuosa construção da cidadania. No percurso deste livro teremos oportunidade de acompanhar manifestações de claro civismo e entusiasmo público, aliás, como as que se deram em virtude da decretação da lei que aboliu a escravidão em 1888. Resultado de um ato do governo, mas sobretudo da contínua pressão popular e civil, a Lei Áurea, apesar de sua grande importância, era, porém, pouco ambiciosa em sua capacidade de prever a inserção daqueles em cujo jargão, durante tanto tempo, a cidadania e os direitos não constavam. E por isso o caso é em si exemplar. Ele lembra que atos como esse, não poucas vezes, vinham seguidos de reveses políticos e sociais. Continue reading